terça-feira, 30 de maio de 2017

Resoluções 2017 1# Voltar à Linha

E lembram-se que eu disse que uma das minhas resoluções de 2017 era voltar ao meu peso e até diminuir o que tinha antes de engravidar?

É verdade, estava eu a começar e a re-vinda da depressão estragou-me os planos. Mas agora, de volta ao esquema, decidi alterar a minha dieta, ou alterar para uma alimentação mais saudável (dito assim nem parece mau) e, em vez de comer pouco e várias vezes ao dia, decidi seguir outra corrente: comer só quando tenho fome, só o suficiente e o mínimo de hidratos possível.

Tenho lido este livro e acho que tem umas dicas muito interessantes, como o facto de as mulheres só se deverem pesar após a menstruação, para que não haja variação de peso devido à retenção de líquidos.



Se ainda como docinhos? Sim, ninguém é de ferro! Mas tento compensar e já consegui perder 2 quilinhos num mês, porque foi há um mês que voltei a tentar entrar nos eixos. Portanto, estou nesta fase com 80,2 Kg. Nada mau, acho eu :)

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E bem que já não publicava nada no blog há bastante tempo.

Na verdade, quando a minha filha foi para a creche, aquilo que eu pensava que já tinha passado e não voltava mais, voltou. É verdade, voltou a depressão pós-parto. Pelo que li depois, é bastante comum haver reincidências.

Tive alguns momentos muito complicados, de querer desistir de trabalhar, para poder estar com ela, de não conseguir perceber o sentido da vida, de me perguntar para que serve viver se só se vive em função de outra pessoa (o bebé, neste caso) - pensamentos negativos, alguns contraditórios. Não me interpretem mal, eu adoro a minha filha, mas viver uma depressão é passar por pensamentos que, numa situação normal, nem fazem sentido.

Esta fase demorou algum tempo a passar, mas determinei-me a passá-la sem comprimidos e passei a questionar todos os meus pensamentos negativos, de cada vez que apareciam e lá fui controlando a coisa. Às vezes ainda me querem abordar novamente, mas agora já consigo dominá-los.

A quem já passou por isto, saibam que vos compreendo e a quem não passou, mas pode vir a passar, saibam que existe resolução e aquilo que parece o fim da vida e do mundo é na verdade ultrapassável.

Por isso, estou de volta, para voltar a fazer-vos companhia, se a quiserem :)

sábado, 21 de janeiro de 2017

Livros 2017 1# 1, 2, 3, uma colher de cada vez


Ora aqui está o meu primeiro livro lido em 2017. É verdade que não tem muita leitura em si, até porque o grande foco do livro está nas suas receitas, mas ainda assim, já está lido!
Assim sendo, deixo-vos aqui a minha opinião sobre o livro:

Prós:
Como recente mãe, este livro faz-me todo o sentido. Foi, inclusive, uma sugestão de compra da minha pediatra. Gostei do livro, por toda a informação teórica que apresenta, relativamente ao tipo de alimentos e suas características nutritivas, como conservar os alimentos, que tipo de utensílios existem e que podem ajudar na hora da refeição e, acima de tudo, das receitas adaptadas às várias idades. 
A minha pediatra passou-me um plano de alimentação, mas como as crianças não são todas iguais, a minha filha não é apreciadora de fruta crua e este livro tem receitas que ajudam a incorporar alimentos de outra forma e que ajudam a ultrapassar estas barreiras.

Contras:
O único contra que vejo neste livro é a sua referência a alergias e ao seu plano alimentar. 
Fui informada pela pediatra, e já tinha também visto essa informação num outro livro, que as alergias demoram cerca de 5 dias para se manifestarem e que, por isso, os alimentos devem ser introduzidos de forma individual, a cada 5 dias, para se poder detetar a origem da alergia.
Em momento algum vi essa informação no livro, o capítulo sobre as alergias não o refere e o próprio plano alimentar sugerido não segue essa indicação. Para pais que não tenham este conhecimento, o livro pode induzi-los a comportamentos menos seguros para a criança.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Resoluções 2017 2# Ler livros



Vi no blog Infinito mais um que a autora acabou por ler menos livros em 2016, que aqueles a que se tinha proposto e lembrei-me que em 2016 fui uma completa desgraça literária.


Os enjoos, o sono, enfim, acho que a gravidez e a recente vida de mamã, tiraram-me qualquer vontade de leitura...


Eu adoro ler, não os típicos romances, mas adoro ler e ao ver o blog da autora, lembrei-me que é hora de retomar a minha prática leitura (uma ótima auxiliar para disléxicos, que é o meu caso).


Assim sendo, como segunda resolução de 2017, proponho-me ler 12 livros (é pouco, eu sei, mas é melhor que nenhum, certo?)!


À medida que os for terminando, vou-vos deixando a minha opinião ;)


Boas leituras!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Lema de Vida 5# Errar é humano



Quem é que nunca disse que errar é humano?!
Eu levo isto bastante à letra e passei a aceitá-lo como algo normal.
Tenho dito a muitos amigos e colegas que não se devem limitar aos erros, deixarem-se arrasar pela crítica dos seus erros.


Afinal, errar é mesmo humano e só não erra nunca quem nunca faz nada, por isso, o que eu sugiro é que façam como eu e, quando alguém vos apontar o dedo, não se deixem levar pela crítica, antes aceitem o erro e procurem uma forma de o remediar.


A meu ver, mais importante que o problema é sempre a solução, por isso, eu prefiro não ser lembrada pelos erros que cometi, mas pelos que resolvi! E vocês? :)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Qualidade ou Defeito? Eu prefiro Características!



De certeza que já devem ter ouvido falar que existe sempre uma pergunta que nunca falha nas entrevistas de emprego: "Enumere 3 defeitos e 3 qualidades suas"


Como assim?! Este pedido de informação sempre me foi difícil responder, porque nunca concordei com a pergunta em si e já andava para escrever sobre isto.


E o que tenho para vos dizer é que, para mim, não existe isso dos defeitos ou qualidades, para mim existem características. E este tipo de pergunta acaba por ser quase uma rasteira para o entrevistado, porque nos vamos rotular e aquilo que até podemos pensar que é bom para nós, a empresa pode ver como algo mau, o que pode levar a que pensemos que a nossa outrora qualidade deve ser afinal um defeito.


Desde que ganhei mais confiança, na tal formação life changing, que passei a responder a esta questão de outra forma e a dizer apenas aos meus entrevistadores a pessoa que sou, se é um defeito ou uma qualidade, cabe-lhes a eles decidir, conforme o trabalho a que me proponho. Dependendo da situação a minha característica pode ser útil ou não (e confesso que me tenho saído bem com esta resposta!),


Por isso, não se deixam limitar, nós somos o que somos e o que somos pode, em determinadas circunstâncias, abonar a nosso favor ou desfavor. Isso não faz de nós melhores ou piores e não impede que tentemos melhorar as nossas "fraquezas"!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dicas para a Vida 1# Desemprego e Depressão



Ora bem, não é algo pelo que, felizmente, eu tenha passado recentemente, mas já passei por ele duas vezes e, não sei se com vocês já aconteceu, mas o D do Desemprego traz-me sempre o D da Depressão.


Para mim estar no desemprego tira-nos o chão, sentimo-nos impotentes e incapazes, parece que o mundo acaba e que nada se vai resolver e há medida que o tempo passa todas essas sensações só pioram...


De primeira vez que fiquei no desemprego, tinha acabado de me casar, foi um choque, porque de repente tenho uma vida em conjunto para sustentar e não tenho essa capacidade e eu nunca gostei de depender de alguém, eu preciso sentir que contribuo da mesma forma, para me sentir bem comigo mesma. Visto de longe, foram apenas 3 meses, mas na altura não foram apenas 3 meses, foram uma eternidade...A forma como ultrapassei foi comendo muitos doces e gastando o meu subsídio em roupa, e ficando muitos dias em casa, no escuro e sem ver ninguém, a não ser o meu marido. Aumentei de peso e perdi muita autoestima no caminho. Mas o que realmente ajudou foi ter o meu homem parceiro a apoiar-me e a dizer que eu ia conseguir sair daquela situação e que não devia desistir da minha carreira e aceitar um emprego qualquer (que já era o que queria fazer). Ele teve razão, eu consegui dar a volta por cima na altura.


Da segunda vez, cerca de dois anos depois, voltei aos D's. A empresa onde trabalhava deixou de pagar salários (já ia em 4 salários em falta) e eu não podia continuar a trabalhar sem receber (vai contra os meus princípios!). Vim embora e desta vez foram cerca de 8 meses de desemprego. Eu já estava a dar em doida e fui-me ainda mais abaixo desta vez. Engordei ainda mais, fiz imensas compras sem necessidade, só para me sentir um pouco melhor (total mistake!), mas mais uma vez, o meu marido teve um papel chave na minha recuperação, com uma abordagem diferente, incentivou-me a frequentar cursos (há imensos sem custo para desempregados) e foi isso que me salvou. Um curso que nada prometia "O Perfil do Empreendedor" mudou para sempre a minha vida! Nesse curso, com o excelente formador que foi o Psicólogo Carlos Barata, redescobri-me e consegui mudar a minha perspetiva de vida. Curiosamente, foi depois desse curso que a minha confiança aumentou e que as minhas entrevistas de emprego começaram a correr melhor, uma das quais levou ao emprego que tenho atualmente.


Por isso, minha gente, se se encontrarem no desespero do desemprego, tentem não desanimar e reúnam o vosso kit salva-vidas:


- Ter alguém que nos apoie;
- Investir em formação (para valorizar o currículo);
- Estar com alguém inspirador ou aprender algo novo, que nos aumente a confiança!


Afinal, se estivermos sempre a fazer o mesmo, teremos sempre os mesmo resultados...